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Este DLC contém um Caçador, dois Visuais de Arma e um Visual de Item Consumível:
Guardião dos Prados
Na terra onde mitos são abatidos, violentamente rasgados e têm seus restos deixados para apodrecer ao sol, o Guardião dos Prados prometeu ser a flecha da vingança da natureza, perfurar os malditos, os podres, aqueles com óleo nas veias, e lembrar dos rebanhos passados.

Controle do Rebanho
Este Arco de Caça já foi usado para o bem, abatendo membros doentes de rebanhos de búfalos. Quando os bisões se foram, o Guardião dos Prados guardou esta ferramenta piedosa. Ela só voltou à ativa no Vale de Mamon, onde mandar os Corrompidos de volta para o inferno é uma misericórdia.

Perna de Bisão
O Guardião dos Prados tira sua força da terra e das coisas que dela vivem. Lembranças do mundo natural enfeitam este Centenário Curto para dar à terra uma chance de revidar.

Clamor do Trovão
Este Maço de Dinamite anuncia a sua presença com um estrondo similar ao trovão que retumba no céu para que, em seus últimos instantes, as vítimas do Guardião dos Prados saibam exatamente quem as matou. É uma homenagem à criatura mitológica cujas asas escurecem os céus

Quando o que pareciam ser rebanhos de búfalos sem fim foram reduzidos a montanhas de carcaças podres, Levi Anspach, sozinho, lamentou a matança. Ele havia passado a vida inteira em sintonia com esses animais e, agora que o equilíbrio foi desfeito, tudo que restou foi uma arma na mão e a total falta de propósito. Ele vagou pelos prados em busca de bisões que outros caçadores pudessem ter deixado passar, mas a terra outrora selvagem havia sido domada e dominada por trilhos de ferro. Agora, os trens corriam por elas, com seus passageiros determinados, armados e livres para sair atirando em tudo. No fim, ele precisou encarar a realidade: seu estilo de vida fora assassinado, e ele precisaria encontrar outro caminho ou perecer junto a ele.
O caminho escolhido por Levi foi o mais árduo. Ele partiu para o oeste em busca de terras sem leis. Sua alma clamava por vingança, e foi na violência que ele encontrou o alívio para a sua dor, prendendo caçadores sem honra em busca de peles para vender às rodas das carruagens e mandando-as de volta às cidades. Os corpos começaram a se acumular, a sua lenda a crescer e cavalos e gado apareciam libertos correndo nos prados.
E enquanto ele viajava em sua busca por vingança, deparou-se com rancheiros e seu gado carbonizados e queimando em uma área montanhosa, o Vale de Mamon. Um corpo coberto de cinzas andava pelo horizonte. Monstros mitológicos e lendários de tribos que ele jamais conhecera pareciam assolar o vale com sua fúria. Esta era uma nova lenda com um novo ódio e uma nova esperança de que, talvez, algo neste mundo moribundo ainda pudesse ser salvo.
Este DLC contém um Caçador, dois Visuais de Arma e um Visual de Item Consumível:
Guardião dos Prados
Na terra onde mitos são abatidos, violentamente rasgados e têm seus restos deixados para apodrecer ao sol, o Guardião dos Prados prometeu ser a flecha da vingança da natureza, perfurar os malditos, os podres, aqueles com óleo nas veias, e lembrar dos rebanhos passados.

Controle do Rebanho
Este Arco de Caça já foi usado para o bem, abatendo membros doentes de rebanhos de búfalos. Quando os bisões se foram, o Guardião dos Prados guardou esta ferramenta piedosa. Ela só voltou à ativa no Vale de Mamon, onde mandar os Corrompidos de volta para o inferno é uma misericórdia.

Perna de Bisão
O Guardião dos Prados tira sua força da terra e das coisas que dela vivem. Lembranças do mundo natural enfeitam este Centenário Curto para dar à terra uma chance de revidar.

Clamor do Trovão
Este Maço de Dinamite anuncia a sua presença com um estrondo similar ao trovão que retumba no céu para que, em seus últimos instantes, as vítimas do Guardião dos Prados saibam exatamente quem as matou. É uma homenagem à criatura mitológica cujas asas escurecem os céus

Quando o que pareciam ser rebanhos de búfalos sem fim foram reduzidos a montanhas de carcaças podres, Levi Anspach, sozinho, lamentou a matança. Ele havia passado a vida inteira em sintonia com esses animais e, agora que o equilíbrio foi desfeito, tudo que restou foi uma arma na mão e a total falta de propósito. Ele vagou pelos prados em busca de bisões que outros caçadores pudessem ter deixado passar, mas a terra outrora selvagem havia sido domada e dominada por trilhos de ferro. Agora, os trens corriam por elas, com seus passageiros determinados, armados e livres para sair atirando em tudo. No fim, ele precisou encarar a realidade: seu estilo de vida fora assassinado, e ele precisaria encontrar outro caminho ou perecer junto a ele.
O caminho escolhido por Levi foi o mais árduo. Ele partiu para o oeste em busca de terras sem leis. Sua alma clamava por vingança, e foi na violência que ele encontrou o alívio para a sua dor, prendendo caçadores sem honra em busca de peles para vender às rodas das carruagens e mandando-as de volta às cidades. Os corpos começaram a se acumular, a sua lenda a crescer e cavalos e gado apareciam libertos correndo nos prados.
E enquanto ele viajava em sua busca por vingança, deparou-se com rancheiros e seu gado carbonizados e queimando em uma área montanhosa, o Vale de Mamon. Um corpo coberto de cinzas andava pelo horizonte. Monstros mitológicos e lendários de tribos que ele jamais conhecera pareciam assolar o vale com sua fúria. Esta era uma nova lenda com um novo ódio e uma nova esperança de que, talvez, algo neste mundo moribundo ainda pudesse ser salvo.